quarta-feira, 25 de novembro de 2009

E a essência, você sabe, tá ali. E aparece.

F. diz:
E eu aceitaria um RRC chato. E um T. fudido, com pulmão descolado e joelho fudido. E um D. "bonitinho porém sem gracinha" desde que gostasse de mim, que fosse meu companheiro, meu amigo.
As minhas roupas mudaram, mas bem la no fundinho eu continuo o mesmo, e sempre fui assim.

K diz: O problema é a espera.

F. diz:
A nossa dor é esperar. Na época eu entendia parcialmente essa sua frase, achava que a dor era só sua, que a espera era só sua.
Eu estava errado: a dor era minha também.

Eu amo você, e você sabe disso, K.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Todo bom texto é fruto da dor.

E apesar da minha vida não ser um mar de rosas, eu estou vivendo. A inspiração não veio, a flor não furou o asfalto. Mas há flores nos canteiros.

O sentimento ilhado, morto e amordaçado, voltava a incomodar.

E apesar de se dizer cansado, muito cansado, ele sabia que seu coração era incansável. E que não desistiria de procurar o amor.