domingo, 18 de novembro de 2012
Duas tequilas e uma dose de coragem
Muitas cervejas, duas tequilas, 3 esfirras (sendo duas aquela que eu adoro, de queijo com bastermá) e essas lembranças que teimam em queimar na minha mente. Sem querer parecer piegas, acho que tivemos nosso momento mais alto naquela sexta-feira à noite.
Foi preciso coragem pra dizer o que eu sentia por você, olhando nos teus olhos claros e malandros; foi preciso coragem pra manter o autocontrole e o bom humor de "deixa de viadisse" quando você pegou minha mão e beijou na frente do restaurante lotado. Ou de quando, já na estação, você tocou no meu rosto e pegou seu trem, me deixando ainda mais atordoado.
E é preciso amor próprio pra seguir em frente. É como aquela música do Seu Jorge, sabe? Pra mim tá tranquilo, vou zuar. Apesar do clima ser de partida, vou dar seqüência (com trema), na minha vida.
Mas não vou ser hipócrita e nem vou mentir: poderei voltar quando você quiser.
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