E ele renovava o quarto, o guarda-roupas, emoldurava o tão sonhado quadro do Tournée du Chat Noir. Emoldurava também seus feitos mais bacanas e deixava correr livres as luzes que sabia ter dentro de si. Agradecia mentalmente sempre o Caboclinho, que com palavras simples e profundas, havia limpado sua alma, quase como um banho de mar em dia de sol forte.
Fazer-se-ia reinventado, reluzente, como sempre deveria ter sido. Como a dona de divinas tetas, sabedor de si.
As cores agora seriam de Almodóvar, de Yollanda. E disso tinha certeza.
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