E hoje em dia é dessa saudade que eu tiro força pra enfrentar a desesperança. Eu tento não viver de saudade, mas a saudade vive de mim. Vive de quem eu fui, molda o que eu sou.
Eu sou a luta contra o ódio, a luta contra o preconceito, a luta contra o estereótipo. Eu sou a luta que busca não desistir em meio a desapontamentos, em meio a opressão. Eu sou a vontade de desistir e a lembrança do porquê não desistir.
Eu tento não viver de saudade, mas a saudade vive de mim.
Um comentário:
Uau.
Engraçado, Fe... Por mais que o presente seja novo e apresente tanta coisa maravilhosa, sempre vai existir aquele fiozinho de saudade dentro da gente. Saudade do que ficou, do que foi, e talvez saudade daquilo que nunca existiu.
bjinhus, Fe. Aproveite cada instante, pq qndo vc voltar, vai sentir saudade dessa época ;D
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